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E-commerce impulsionado para o topo

A pandemia do COVID-19 terá consequências permanentes no comportamento de compra. O crescimento do setor de e-commerce nos últimos meses testemunha uma mudança de hábitos. Empresas especializadas na área emergem como grandes vencedoras e fortalecidas. Outras tendências também estão surgindo.

Uma ascensão meteórica no mercado de ações

Os principais players de e-commerce estão publicando resultados que superam as expectativas nos primeiros meses de 2020. Os preços das ações obviamente estão sentindo o aperto. O título Amazon, por exemplo, ficou com 58,5% entre meados de março e meados de junho. A ascensão é ainda mais notável para a empresa canadense Shopify. O preço de suas ações subiu de US$ 322 para US$ 892, um aumento de quase 179%. O preço das ações do eBay subiu cerca de 85%.

O campo do comércio eletrônico não é o único a se beneficiar da pandemia. As empresas ativas no setor de videogames, entretenimento online ou teletrabalho estão indo muito bem. Os benefícios também são sentidos em fintechs especializadas em pagamentos online ou sem contato. A transformação da economia é muito real.

Para aproveitar essas mudanças, alguns começaram a investir no mercado financeiro, muitos pioneiros conseguiram antecipar novas tendências e investir seu dinheiro com sabedoria. Ao utilizar uma plataforma de negociação online, é possível investir em apenas alguns cliques. O mais sério deles também oferece um simulador de negociação que permite praticar. Graças a esses simuladores, os potenciais investidores podem testar suas estratégias de negociação sem arriscar seu dinheiro. É uma boa maneira de se firmar neste universo.

A ascensão do e-commerce deve continuar nos próximos meses. O JPMorgan considerou há algumas semanas que a pandemia aceleraria a adoção do comércio eletrônico em certas categorias de bens essenciais, como mantimentos e utensílios domésticos. O banco de investimento também acredita que muitos desses comportamentos devem continuar após a crise. Outras tendências podem ganhar popularidade rapidamente.

Outras tendências “sem contato”

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Se as empresas ativas no setor de comércio eletrônico já estão colhendo os benefícios de seus investimentos, outros fenômenos podem se acelerar. Espera-se que a entrega de drones monopolize a atenção nos próximos meses. A robotização também pode progredir. O COVID-19 destacou a utilidade dos robôs em alguns casos. Por exemplo, robôs foram observados medindo a temperatura de pacientes no Japão ou na Coreia do Sul. Os autômatos respondem a uma demanda por distanciamento social que deve continuar. A tendência também pode ser pesada. Há três anos, a consultoria McKinsey estimou que os robôs substituiriam cerca de 30% dos trabalhadores americanos até 2030. A pandemia de coronavírus tem o potencial de acelerar drasticamente o processo.

Finalmente, o dinheiro deve continuar a se tornar escasso. Gigantes de pagamentos online como PayPal e Square estão indo muito bem. As ações da Square, por exemplo, ganharam mais de 100% entre 20 de março e 20 de junho de 2020. Outro evento notável, o Facebook formalizou o lançamento do WhatsApp Pay no Brasil em meados de junho . A era do “sem contato”, seja em pagamento, entretenimento, trabalho ou comércio, começou bem e verdadeiramente.

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